Importância da adoção de robôs industriais e colaborativos na indústria

Você pode até não se dar conta, mas até as mercadorias chegarem aos pontos de venda ou à sua casa muitos robôs industriais e colaborativos estiveram envolvidos nessa cadeia.

Robôs industriais estão presentes nas linhas de produção de diversos segmentos industriais, reduzindo custos, aumentando a produtividade e qualidade em aplicações que requerem extrema precisão, repetibilidade e reprodutibilidade, com larga adoção, por exemplo, na indústria de eletrônicos, automotiva, bens de consumo, médico-hospitalar e muitas outras.

Já os robôs colaborativos dividem espaço com os humanos em diversas aplicações como soldagem, distribuição, montagem ou inspeção do produto. Eles melhoram a qualidade, a eficiência e a segurança das linhas de produção e, também, atuam em tarefas logísticas como coleta ou transporte em uma instalação, ao mesmo tempo que aumentam a velocidade e a precisão das operações em setores variados.

A mobilidade é outro avanço técnico e robôs móveis colaborativos (AMRs) são projetados para navegar e executar tarefas em ambientes de armazém sem intervenção humana. Equipados com sensores, câmeras e sistemas de navegação, os AMRs podem mapear o ambiente ao seu redor, detectar obstáculos e determinar os caminhos mais eficientes para completar suas tarefas. No armazenamento, são usados ​​principalmente para transportar mercadorias, gerenciar estoques e auxiliar na separação de pedidos, com alta precisão e confiabilidade.

E robôs móveis colaborativos começam também a ganhar as ruas na última milha da cadeia logística, transportando mercadorias entre o último centro de triagem, ou loja, e o destinatário.

Será que preciso de robôs industriais ou de colaborativos?

Nosso parceiro Epson indica que, para determinar onde colocar seu foco no processo de automação com robôs industriais e colaborativos, o primeiro passo é se perguntar: “Por que estou pensando em automatizar meu processo atual?” A resposta está em um ou mais desses desafios:

Custos – É necessário reduzir seu custo total por unidade?

Volume – Você precisa aumentar o volume de produção, mas carece dos recursos para fazê-lo?

Qualidade – Seus produtos estão saindo sempre perfeitos ou há problemas de qualidade?

Precisão – Suas peças são pequenas demais ou os requisitos de precisão são exigentes demais para serem executados por humanos?

Segurança e movimentos repetitivos – Os materiais que você está manuseando são perigosos para que os humanos trabalhem com eles, ou os movimentos repetitivos estão causando lesões nos colaboradores?

Entender suas principais razões para automatizar ajudará a manter seu foco nas áreas certas à medida que inicia seu projeto de automação, independentemente se a aplicação requer a adoção de robôs industriais ou colaborativos.

O impacto dos robôs industriais e colaborativos na cadeia produtiva

Segundo analistas da McKinsey, alguns aspectos da atividade produtiva são mais passíveis de automação do que outros, com as tarefas rotineiras no topo da linha. Atividades como separação, embalagem, classificação, movimentação de ponto a ponto e garantia de qualidade continuarão a receber investimentos pesados ​​em robotização nos próximos anos.

Nas operações que podem ser automatizadas, os benefícios incluem a capacidade de trabalhar mais rápido e com maior produtividade, bem como a entrega de maior qualidade. Além disso, há vantagens em reduções de custo, tempo de atividade operacional e segurança.

Confira os resultados da pesquisa “McKinsey Global Industrial Robotics”:

O papel dos robôs industriais e colaborativos na cultura de inovação

Desenvolver uma cultura de inovação é essencial para empresas que buscam não apenas sobreviver, mas prosperar na era da Indústria 4.0, como aponta o nosso parceiro Universal Robots, um conceito no qual a adoção de robôs industriais e colaborativos é uma ferramenta vital para sua implementação.

A cultura de inovação é a base de um ambiente organizacional que promove a criatividade e o desenvolvimento contínuo de novas ideias, produtos, serviços e processos. Além disso, é um modelo que incentiva os riscos calculados e vê falhas como oportunidades de aprendizado e crescimento.

Nesse contexto, a colaboração e a livre troca de ideias são valorizadas, proporcionando um terreno fértil para inovações disruptivas.

A automação e a robótica são pilares da Indústria 4.0 e facilitadores que transformam operações industriais, tornando-as mais eficientes, permitindo que as empresas se ajustem rapidamente a novas demandas ou condições de mercado, alterando linhas de produção, processos e até mesmo produtos com mínima interrupção.

Uma cultura que valoriza a inovação está mais habilitada para utilizar a automação e robôs industriais e colaborativos de forma eficaz, com respostas rápidas frente a desafios e oportunidades. Não é um modelo que vai substituir o trabalhador, mas sim uma forma de potencializar as capacidades humanas com insights precisos.

Mesmo que um dos grandes benefícios da adoção de robôs industriais e colaborativos em grandes operações de produção seja permitir que algumas tarefas possam ser efetivamente concluídas 24 horas por dia, 7 dias por semana, aumentando assim a produção sem quaisquer custos adicionais de mão de obra, a Federação Internacional de Robótica acredita que menos de 10% dos empregos poderiam ser totalmente automatizados. Os robôs são geralmente projetados para realizar tarefas repetitivas e permitir que os trabalhadores se concentrem em tarefas mais estratégicas.

Inteligência Artificial faz parte da inovação

A tendência de inovar com a adoção da Inteligência Artificial em robótica e automação continua crescendo e os fabricantes de robôs estão desenvolvendo interfaces generativas baseadas em IA que permitem aos usuários programarem robôs de forma mais intuitiva, usando linguagem natural em vez de código. Os trabalhadores não precisarão mais de habilidades especializadas de programação para selecionar e ajustar as ações do robô.

Outro exemplo é a IA preditiva que analisa dados de desempenho do robô para identificar o estado futuro do equipamento. A manutenção preditiva pode economizar custos de tempo de inatividade das máquinas. Na indústria de peças automotivas, estima-se que cada hora de inatividade não planejada custe US$ 1,3 milhão, segundo a Information Technology & Innovation Foundation. Isso indica o enorme potencial de economia da manutenção preditiva.

Algoritmos de aprendizado de máquina também podem analisar dados de vários robôs executando o mesmo processo de otimização. Em geral, quanto mais dados um algoritmo de aprendizado de máquina recebe, melhor seu desempenho.

A utilização da robótica no chão de fábrica muda a dinâmica de trabalho e possibilita que homem e máquina façam, respectivamente, o que podem fazer de melhor. Não há uma relação homem X máquina, mas sim homem E máquina.

As fraquezas de um são compensadas pelos pontos fortes do outro, destacam especialistas da Universal Robots e, assim, a rentabilidade e tempo de produção da empresa melhoram, os profissionais ficam mais satisfeitos e seguros e os robôs industriais e colaborativos automatizam tarefas e trabalham de forma ininterrupta.

Vamos juntos nessa jornada de automatização. Entre em contato com a EDGE Brasil.

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